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Rodar imagem
Roda uma imagem 90 graus, inverte-a ou ajusta um ângulo livre até ao grau, tudo no teu navegador — a imagem nunca sai do computador.
O que é rodar uma imagem?
Rodar uma imagem muda o ângulo em que ela aparece, sem tocar no conteúdo — uma fotografia tirada com o telemóvel de lado passa a ficar direita, uma página digitalizada torta endireita-se, um horizonte inclinado fica horizontal. Inverter é parecido mas diferente: em vez de girar, cria um espelho — na horizontal troca a esquerda pela direita, na vertical troca o topo pela base.
Esta ferramenta faz as duas coisas: quartos de volta de 90 graus, inversões, e um ângulo livre entre −180 e 180 graus para os casos que não caem certinho num ângulo reto. Como tudo corre no teu navegador, a imagem nunca chega a um servidor.
Como rodar uma imagem
- Carrega a imagem: arrasta um ficheiro JPEG, PNG ou WebP para a caixa ou clica para o escolher no teu computador.
- Roda, inverte ou ajusta o ângulo: usa os botões de rodar 90 graus para a esquerda ou para a direita, os botões de inverter, ou o cursor de ângulo livre para um ajuste fino; escolhe também a cor de fundo e o formato de saída.
- Descarrega o resultado: confirma as dimensões e o peso do ficheiro que a página mostra e clica em descarregar imagem — fica guardada no teu dispositivo, nada passa por um servidor.
O que custa rodar uma imagem
Um quarto de volta é exato: esta ferramenta troca os lados da imagem em vez de calcular a rotação com seno e cosseno, por isso 90 graus são mesmo 90 graus, e quatro quartos de volta seguidos devolvem exatamente as dimensões originais. Se tentasses fazer isto com trigonometria pura, o cosseno de 90 graus não dá exatamente zero num computador — dá uma fração residual — e uma foto de 4000×3000 píxeis acabava com uma dimensão do género 3000×4000,0000001. É um detalhe pequeno, mas é o tipo de erro que se acumula se rodares a mesma imagem várias vezes.
Um ângulo livre é outra história: rodar uma imagem que não fica alinhada aos eixos obriga a uma tela maior, porque os cantos originais deixam de caber num retângulo do mesmo tamanho. Um quadrado rodado 45 graus precisa de uma tela cerca de 1,414 vezes maior de cada lado — o dobro dos píxeis. Como esta ferramenta tem um teto de saída de 4096×4096 píxeis, uma imagem que já esteja perto desse limite pode ultrapassá-lo depois de rodada; quando isso acontece, o resultado é reduzido para caber e a página avisa-te exatamente disso.
Um ângulo livre também deixa cantos vazios que não existiam na imagem original, e esses cantos têm de ser preenchidos com alguma cor — daí a escolha de fundo branco, preto ou transparente. O JPEG não guarda transparência, por isso escolher fundo transparente e exportar em JPEG resulta num fundo sólido branco; a página avisa antes de isso te surpreender. PNG e WebP guardam a transparência sem problema. Quartos de volta e inversões não deixam nada a descoberto, por isso a escolha de fundo não se aplica a eles.
Guardar a imagem também tem um custo silencioso: gravar um ficheiro obriga a descodificá-lo e a codificá-lo de novo, e isso faz um JPEG perder um pouco de qualidade mesmo quando a rotação em si é perfeita a 90 graus — uma ferramenta de linha de comandos consegue reorganizar os blocos de um JPEG sem essa perda, mas uma tela de navegador não. O PNG não perde qualidade ao ser recodificado. E por fim, guardar a imagem descarta todos os metadados — EXIF, localização GPS, modelo da câmara, datas. Se querias esses dados, é uma perda real; se não querias que viajassem contigo, é privacidade a mais.
Quando precisas de um ângulo livre em vez de um quarto de volta
Um quarto de volta chega quando a imagem está inteira ao lado ou de cabeça para baixo — o caso clássico de a tirares com o telemóvel na vertical sem querer. Um ângulo livre serve para os casos mais finos: endireitar uma fotografia em que o horizonte do mar ou o topo de um edifício ficou ligeiramente inclinado, ou corrigir uma página digitalizada que não entrou perfeitamente reta no scanner. Nesses casos costumam bastar uns poucos graus, não os 90 completos — o cursor e a caixa numérica ao lado dão-te esse controlo fino.
Porque é gratuito?
Porque rodar uma imagem não pede um servidor: o teu próprio navegador já sabe desenhar e transformar imagens numa tela, e é isso que esta ferramenta usa. Sem upload, não há ficheiro nenhum para armazenar, processar ou pagar do lado do servidor — por isso não há razão para conta, limite diário ou marca de água.